A jornalista Tatiana Vasconcellos que narra o texto, deixa claro que a campanha se limita a mostrar apenas o ponto de vista dos defensores da campanha, sem ouvir uma só voz dissonante.
| 03/06/2011 - 15h10 | Cinema, com Tatiana Vasconcellos |
O documentário ´Quebrando o Tabu´ fala da questão das drogas trazendo muita informação
http://bandnewsfm.band.com.br/colunista.asp?ID=109 Compreendo perfeitamente que uma campanha publicitária procure exibir os pontos fortes de seu ideal, produto ou serviço e até de desqualificar argumentos, produtos ou serviços de seus concorrentes. O assunto, entretanto, exige mais profundidade do que FHC, seus pares e financiadores desejam mostrar. Aproveito, portanto, a oportunidade para reproduzir uma interessante matéria a respeito.
OK: Vamos quebrar o tabu sabendo quem apoia a descriminalização das drogas
por Redação Mídia@Mais em 1 de junho de 2011 Opinião - Brasil
A bola da vez é o documentário pró-legalização das drogas intitulado “Quebrando o Tabu”. Produzido, entre outros, pelo animador de auditório Luciano Huck, a produção é milionária. Mas como idealismo tem limite, foi pago com dinheiro público. Então vamos quebrar o tabu: vendo direitinho quem apoia a tese a ponto de colocar dinheiro no financiamento do projeto.
É muito justo que os realizadores do filme divulguem suas ideias perante a sociedade. Mas é justo também a sociedade saber que o filme é pago com recursos públicos provenientes da legislação de incentivo ao cinema. Foram 2,4 milhões de reais (http://sif.ancine.gov.br/projetosaudiovisuais/ConsultaProjetosAudiovisuais.do?method=detalharProjeto&numSalic=090381), uma quantia gigantesca para a produção de um documentário. Só para comparação, o extraordinário ganhador do Oscar “O Segredo de Seus Olhos”, produção argentina de excepcional padrão técnico e complexidade de realização sem comparação com uma mera compilação de depoimentos como “Quebrando o Tabu”, teria custado pouco mais de 3 milhões de reais (http://www.imdb.com/title/tt1305806/business).
Nem vamos perder tempo argumentando que seria justo dedicar outros 2,4 milhões de dinheiro público para um filme contrário à legalização das drogas. Afinal, o discurso pode até ser de FHC, Huck e do diretor do filme (que, aliás, é irmão de Huck), mas o dinheiro é nosso, é de todo mundo (inclusive de quem não concorda com a tese levantada pelo filme).
O site de “Quebrando o Tabu” revela os patrocinadores do filme (http://www.quebrandootabu.com.br/).
Não é possível saber se há outros. São eles:
Banco Pine (http://www.bancopine.com.br/live/institucional/pagina-inicial.html)
Man (engenharia de transportes) (http://www.man.eu/MAN/pt/index.html?)
Telefonica (http://www.telefonica.com.br/portal/site/residencial)
Banco Santander (http://www.santander.com.br/portal/wps/script/templates/GCMRequest.do?page=6140)
Como se sabe, o assunto é de crucial interesse das famílias brasileiras. Drogas vendidas em farmácias? Traficantes anistiados? Maconha plantada no quintal? Dinheiro de impostos usado para fornecer drogas a viciados? São todas questões interessantíssimas.
Aparentemente, já sabemos o que pensam do assunto Fernando Henrique Cardoso, Luciano Huck e, supostamente, os executivos das empresas patrocinadoras (ou colocaram sua marca sem saber do que se tratava?). Resta saber o que pensam os outros 190 milhões de brasileiros. Se é que isso ainda importa.
http://www.midiaamais.com.br/brasil/6225-ok-vamos-quebrar-o-tabu-sabendo-quem-apoia-a-descriminalizacao-das-drogas
por Redação Mídia@Mais em 1 de junho de 2011 Opinião - Brasil
Telefonica e Santander. Será que seus clientes sabem que ambas empresas dão apoio à legalização de drogas?
A cada seis meses surge um “filme nacional” que resolverá todos os problemas, colocará os hipócritas desnudos perante a sociedade, dará nome aos bois – enfim, derramará um pouco da “sapiência” dos privilegiados sobre a ignara massa de brasileiros comuns. A bola da vez é o documentário pró-legalização das drogas intitulado “Quebrando o Tabu”. Produzido, entre outros, pelo animador de auditório Luciano Huck, a produção é milionária. Mas como idealismo tem limite, foi pago com dinheiro público. Então vamos quebrar o tabu: vendo direitinho quem apoia a tese a ponto de colocar dinheiro no financiamento do projeto.
É muito justo que os realizadores do filme divulguem suas ideias perante a sociedade. Mas é justo também a sociedade saber que o filme é pago com recursos públicos provenientes da legislação de incentivo ao cinema. Foram 2,4 milhões de reais (http://sif.ancine.gov.br/projetosaudiovisuais/ConsultaProjetosAudiovisuais.do?method=detalharProjeto&numSalic=090381), uma quantia gigantesca para a produção de um documentário. Só para comparação, o extraordinário ganhador do Oscar “O Segredo de Seus Olhos”, produção argentina de excepcional padrão técnico e complexidade de realização sem comparação com uma mera compilação de depoimentos como “Quebrando o Tabu”, teria custado pouco mais de 3 milhões de reais (http://www.imdb.com/title/tt1305806/business).
Nem vamos perder tempo argumentando que seria justo dedicar outros 2,4 milhões de dinheiro público para um filme contrário à legalização das drogas. Afinal, o discurso pode até ser de FHC, Huck e do diretor do filme (que, aliás, é irmão de Huck), mas o dinheiro é nosso, é de todo mundo (inclusive de quem não concorda com a tese levantada pelo filme).
O site de “Quebrando o Tabu” revela os patrocinadores do filme (http://www.quebrandootabu.com.br/).
Não é possível saber se há outros. São eles:
Banco Pine (http://www.bancopine.com.br/live/institucional/pagina-inicial.html)
Man (engenharia de transportes) (http://www.man.eu/MAN/pt/index.html?)
Telefonica (http://www.telefonica.com.br/portal/site/residencial)
Banco Santander (http://www.santander.com.br/portal/wps/script/templates/GCMRequest.do?page=6140)
Como se sabe, o assunto é de crucial interesse das famílias brasileiras. Drogas vendidas em farmácias? Traficantes anistiados? Maconha plantada no quintal? Dinheiro de impostos usado para fornecer drogas a viciados? São todas questões interessantíssimas.
Aparentemente, já sabemos o que pensam do assunto Fernando Henrique Cardoso, Luciano Huck e, supostamente, os executivos das empresas patrocinadoras (ou colocaram sua marca sem saber do que se tratava?). Resta saber o que pensam os outros 190 milhões de brasileiros. Se é que isso ainda importa.
http://www.midiaamais.com.br/brasil/6225-ok-vamos-quebrar-o-tabu-sabendo-quem-apoia-a-descriminalizacao-das-drogas
http://www.gbicds.com/download-filme-documentario-quebrando-o-tabu/
http://www.downloadsmais.com/download-quebrando-tabu-documentario-2011
http://dubladoselegendados.net/?p=928
http://reidodownload.net/2011/05/download-documentrio-quebrando-tabu
http://clickfilmeshd.com/2011/05/download-documentario-quebrando-o-tabu/
"Juridicamente, o atual conflito se dá no choque da previsão da Lei 11.343/2006, que criminaliza o induzimento, a instigação ou o auxílio ao uso indevido de droga, além das correlações com a incitação e apologia ao crime, previstas no Código Penal, e o princípio constitucional da "liberdade de expressão e pensamento", arguido pelos defensores da marcha. Mormente, a Justiça tem proibido a realização da marcha, como em 2008, quando nove cidades, das dez que anunciaram o evento, tiveram que cancelá-lo. Em 2009, 2010 e também esse ano, inúmeras medidas liminares foram conseguidas, impedindo a realização do evento".
Explicando :
A malandragem está em colocar em conflito o que diz a Constituição e uma lei até mais antiga. Como a Constituição está acima de qualquer outra, dane-se esta.
A malandragem está em colocar em conflito o que diz a Constituição e uma lei até mais antiga. Como a Constituição está acima de qualquer outra, dane-se esta.
Disse e repito: o grande negócio por trás de tudo é a revolução cultural em pleno andamento, ou "bonde sem freio". É destruir todo o antigo e tradicional modelo para em seu lugar construir a sociedade socialista que o PT outros partidos comunistas e socialistas tanto desejam.
Tudo que for contra interesses religiosos, por exemplo,vem sendo feito:campanhas pró-abortamento, pró-gays, pró-drogas,etc.
Tudo que for contra interesses religiosos, por exemplo,vem sendo feito:campanhas pró-abortamento, pró-gays, pró-drogas,etc.
A estratégia é simples: desarmar o povo (como se estivesse fortemente armado), induzi-lo ao vício, oficializar outros tipos familiares, analfabetizar um pouco mais o que já está péssimo por meio de cartilhas e livros, cotizar tudo,
Não demorará muito e o Estado Big Brother chegará ao ponto de monitorar tão de perto tudo que ao perceber que em determinada comunidade não há drogas, GLSBT, um bom número de abortamentos, razoável quantidade de analfabetos etc, imporá cotas mínimas para "equilibrar" a sociedade.
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