O Jornal Nacional começou hoje, exibindo uma interessante matéria sobre um livro de Português, distribuído pelo MEC. Quem não viu, poderá ir ao site (http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2011/05/mec-defende-que-aluno-nao-precisa-seguir-algumas-regras-da-gramatica-para-falar-de-forma-correta.html), ou ler a matéria aqui transcrita:
Edição do dia 13/05/2011
13/05/2011 21h06 - Atualizado em 13/05/2011 21h42
13/05/2011 21h06 - Atualizado em 13/05/2011 21h42
MEC defende que aluno não precisa seguir algumas regras da gramática para falar de forma correta
O livro de português distribuído pelo Ministério da Educação defende que a maneira como as pessoas usam a língua deixe de ser classificada como certa ou errada e passe a ser considerada adequada ou inadequada.
Um livro de português distribuído pelo Ministério da Educação (MEC) para quase meio milhão de alunos defende que a maneira como as pessoas usam a língua deixe de ser classificada como certa ou errada e passe a ser considerada adequada ou inadequada, dependendo da situação.
Na semana em que o Jornal Nacional tem discutido os maiores problemas do Brasil na educação, os argumentos da autora do livro e as reações que provocaram estão na reportagem de Júlio Mosquéra.
A defesa de que o aluno não precisa seguir algumas regras da gramática para falar de forma correta está na página 14 do livro “Por uma vida melhor”. O Ministério da Educação aprovou o livro para o ensino da língua portuguesa a jovens e adultos nas escolas públicas.
A defesa de que o aluno não precisa seguir algumas regras da gramática para falar de forma correta está na página 14 do livro “Por uma vida melhor”. O Ministério da Educação aprovou o livro para o ensino da língua portuguesa a jovens e adultos nas escolas públicas.
Ele apresenta a frase: "Os livro ilustrado mais interessante estão emprestado", com a explicação: "Na variedade popular, basta que a palavra ‘os’ esteja no plural". "A língua portuguesa admite esta construção".
A orientação aos alunos continua na página 15: "Mas eu posso falar 'os livro'?". E a resposta dos autores: "Claro que pode. Mas com uma ressalva, ‘dependendo da situação a pessoa corre o risco de ser vítima de preconceito linguístico’”.
Heloísa Ramos, uma das autoras do livro, disse que a intenção é mostrar que o conceito de correto e incorreto deve ser substituído pela ideia de uso adequado e inadequado da língua. Uso que varia conforme a situação. Ela afirma que não se aprende o português culto decorando regras ou procurando o significado de palavras no dicionário.
“O ensino que a gente defende e quer da língua é um ensino bastante plural, com diferentes gêneros textuais, com diferentes práticas, diferentes situações de comunicação para que essa desenvoltura linguística aconteça”, declarou ela.
O Ministério da Educação informou em nota que o livro “Por uma vida melhor” foi aprovado porque estimula a formação de cidadãos capazes de usar a língua com flexibilidade. Segundo o MEC, é preciso se livrar do mito de que existe apenas uma forma certa de falar e que a escrita deve ser o espelho da fala.
O Ministério da Educação disse que a escola deve propiciar aos alunos jovens e adultos um ambiente acolhedor no qual suas variedades linguísticas sejam valorizadas e respeitadas, para que os alunos tenham segurança para expressar a "sua voz".
A doutora em sociolinguística Raquel Dettoni concorda que é preciso respeitar o falar popular, que não pode ser discriminado. Mas ela enfatiza que a escola tem um objetivo maior, que é ensinar a língua portuguesa que está nas gramáticas.
“Se a escola negligencia em relação a este conhecimento, o aluno terá eternamente uma lacuna quando ele precisar fazer uso disso no seu desempenho social. Nós não podemos desconsiderar que a função social da escola, com relação ao ensino de língua portuguesa, é - em princípio - prioritariamente ensinar os usos de uma norma mais culta”, destacou.
O Ministério da Educação informou ainda que a norma culta da língua portuguesa será sempre a exigida nas provas e avaliações.
Comento:
Heloísa Cerri Ramos é considerada,mui provavelmente, uma sumidade em sua área. A autora de tão seleta e instrutiva "obra" presta um desserviço à cultura do país, ao mesmo tempo que auxilia majestosamente a tão sonhada, desejada e decantada "revolução cultural". Então, para essa doutora de... (ainda não sei se é adequado, ou inadequado aqui escrever o que penso a seu respeito) e seus discípulos, "Por uma vida melhor” estimula a formação de cidadãos capazes de usar a língua com flexibilidade. Sim, estimula resultados exatamente como mostrou a pesquisa : em dois anos houve uma melhora de 0,8% no aprendizado do ensino fundamental. Que maravilha, não? Isso que chamo de recorde digno de comemoração e até de medalha olímpica!
Gente como essa "flexível" especialista conseguiu levar a educação ao estágio em que se encontra hoje. Milhares de portadores de "deproma" de curso superior só admitem escrever e falar em irrepreensível lulês. Consideram pedante e preconceituoso linguístico quem sabe corretamente falar e, sobretudo, escrever. Hoje, como todos podem perceber, há preconceito até contra a palavra preconceito. Para muitos, deveria ser definitivamente apagada do vocabulário e dicionário e quem ousasse empregá-la, deveria ser não apenas processado, mas condenado.
A professora Raquel Dettoni, que também foi consultada pela reportagem do JN, parece comigo concordar. Como poderei criticá-la?
Mas, o lulês veio mesmo para ficar.*
Como expus em outro post, o orgulhoso está recebendo uma generosa bolada como palestrante, após ter sido agraciado com o título de Doutor Honoris causa, em Coimbra. O semi-analfabetismo tem mesmo suas compensações. Pena que ele não aceitou o desafio de debater com FHC. Poderíamos admirar seu indiscutível desempenho contra aquele que com ele um dia distribuiu panfletos na porta de fábricas e de sindicatos do ABC. Nunca antes na História desse país o povão perdeu uma extraordinária oportunidade de verificar uma vez mais a eloquência e o talento do impune chefe do mensalão.
O texto a seguir é de Reinaldo Azevedo.
13/05/2011 às 19:25
Livro didático faz a apologia do erro: exponho a essência da picaretagem teórica e da malvadeza dessa gente
Livro didático faz a apologia do erro: exponho a essência da picaretagem teórica e da malvadeza dessa gente
Escrevi abaixo um primeiro post sobre um livro de língua portuguesa chamado “Por Uma Vida Melhor”, que faz a apologia do erro, embora uma das autoras tente negar o óbvio. Demonstrarei a fraude intelectual e técnica em que se sustenta a tese daqui a pouco. Começo este texto pelo óbvio: o nome é péssimo. “Por Uma Vida Melhor” pode ser título de livro de medicina, de religião e de auto-ajuda, mas não de língua. Gabriel Chalita, que me lê com enorme prazer secreto, vai pensar: “Esse nome me pertence”, enquanto escreve seu 437º volume sobre filosofia criativa, depois de mandar mais uma carta fofa para o padre Fábio de Melo, aquele que canta e encanta.
Terá certamente uma vida melhor o aluno que dominar o instrumental da norma culta da língua, contra o qual o livro se posiciona abertamente. Assim, esse “instrumento didático” que conta com o endosso do MEC, se algum efeito tiver, será no sentido de piorar a vida do estudante; na melhor das hipóteses, contribui para mantê-lo na ignorância.
Onde está a fraude intelectual do negócio? Sim, é um negócio! Abaixo, segue reproduzida uma página do livro em que os autores defendem por que é perfeitamente aceitável dizer e, fica claro!, escrever:
“Os livro ilustrado mais interessante estão emprestado“.
Leiam. Raramente vi uma vigarice intelectual em estado tão puro. Volto em seguida (se a leitura estiver difícil, clique na imagem que ela será ampliada).
“Os livro ilustrado mais interessante estão emprestado“.
Leiam. Raramente vi uma vigarice intelectual em estado tão puro. Volto em seguida (se a leitura estiver difícil, clique na imagem que ela será ampliada).
O que vai acima é só uma conversa mole descrevendo por que, para usar a linguagem técnica, o “emissor” conseguiu transmitir uma “mensagem” eficiente. Ocorre que o fenômeno da comunicação e, por conseqüência, da cultura vai, e tem de ir, muito além da simples eficiência. Ora, comunicamo-nos o tempo todo por códigos que não são verbais. Um simples arquear de sobrancelhas diz muito mais, a depender do contexto - como bem sabem todos aqueles que têm filhos adolescentes - do que um discurso articulado em palavras. Nem por isso a escola vai se ocupar agora de decodificar esses sistemas pessoais de comunicação.
Uma coisa é explicar por que uma mensagem fora do padrão formal da língua funciona; outra, diferente, é atestar a sua validade como uma variante da língua. Não dá! Português não é inglês, por exemplo. Na nossa língua, os adjetivos têm flexão de gênero e número, e os verbos, de número. Quem dominar com mais eficiência esse instrumental terá vantagens competitivas vida afora. O que esses mestres estão fazendo, sob o pretexto de respeitar o universo do “educando”, como eles dizem, é contribuir para mantê-lo na ignorância.
Uma das autoras, Heloisa Ramos, concedeu uma entrevista ao iG e demonstrou que tem talento para humorista involuntária. Ela nega que o livro faça a apologia do erro e afirma: “Esse capítulo é mais de introdução do que de ensino. Para que ensinar o que todo mundo já sabe?” Boa pergunta, minha senhora! Pra que ensinar alguém a falar errado se todo mundo já sabe fazê-lo por conta própria, não é mesmo? Sem contar que o erro, convenham, não tem norma, certo? Cada um fica livre para cometê-lo à sua maneira.
Dona Heloísa tenta negar o que seu livro explicita. Acima, nas suas páginas, lê-se com clareza inequívoca: “É importante que o falante de português domine as duas variantes e escolha a que julgar adequada à sua situação de fala”.
Faço a pergunta de sempre de Didi Mocó? “Cuma???” Ao que Mussum emendaria: “Só no forévis no povo!!!” Bons tempos em que falar errado era norma entre os “Os Trapalhões”!
Huuummm… Diga aí, professora: quando é que o erro é mais adequado do que o acerto?
A mestra segue com seu talento para o humorismo na conversa com o iG:
“Não queremos ensinar errado, mas deixar claro que cada linguagem é adequada para uma situação. Por exemplo, na hora de estar com os colegas, o estudante fala como prefere, mas, quando vai fazer uma apresentação, ele precisa falar com mais formalidade. Só que esse domínio não se dá do dia para a noite, então a escola tem que ter currículo que ensine de forma gradual” .
“Não queremos ensinar errado, mas deixar claro que cada linguagem é adequada para uma situação. Por exemplo, na hora de estar com os colegas, o estudante fala como prefere, mas, quando vai fazer uma apresentação, ele precisa falar com mais formalidade. Só que esse domínio não se dá do dia para a noite, então a escola tem que ter currículo que ensine de forma gradual” .
Uau! Entendi a preocupação. Fico cá a imaginar os estudantes se martirizando, na conversa com os colegas, preocupados em empregar a norma culta, muitas vezes ensinada com o brilho que sabemos, tendo como instrumento didático um livro como “Por Uma Vida Melhor”… De resto, como diria a doutora, por que contestar o que ninguém afirmou? Quem é que disse que o domínio da norma culta vai se dar do dia pra noite?
Pra que escola?
Escola é lugar de formalização do conhecimento, segundo o padrão culto, sim, senhor! Como teria dito o próprio artista, para que se possa pintar como Picasso aos 70 anos, é preciso saber pintar como Rafael aos 5, entenderam? O leitor sabe que este escriba mesmo mescla a tal norma culta ao uso informal e sem gravata da língua. Para que se chegue a ter um estilo, uma escrita pessoal, é preciso que se tenha o domínio do instrumental técnico.
Escola é lugar de formalização do conhecimento, segundo o padrão culto, sim, senhor! Como teria dito o próprio artista, para que se possa pintar como Picasso aos 70 anos, é preciso saber pintar como Rafael aos 5, entenderam? O leitor sabe que este escriba mesmo mescla a tal norma culta ao uso informal e sem gravata da língua. Para que se chegue a ter um estilo, uma escrita pessoal, é preciso que se tenha o domínio do instrumental técnico.
Ninguém precisa de professor, minha senhora, para se comunicar de modo eficiente com os seus pares. Fosse assim, os analfabetos morreriam à míngua; fosse assim, Brasil afora, a nação estaria esfaimando. Os professores existem justamente para lembrar que a norma culta existe, que ela é importante, que, à diferença de servir à discriminação, é uma corretora de diferenças e de desigualdades.
Nem Paulo Freire…
Lá vou eu mexer com uma das divindades brasileiras - como se divindades humanas me constrangessem… Nem Paulo Freire ousou tanto na estupidez militante. Ele foi o criador de um método de alfabetização de adultos que se pretendia revolucionário. A partir do chamado “universo do educando”, de uma palavra que remetesse a um objeto ou realidade que fizesse parte do seu cotidiano, iniciava-se a alfabetização, que corresponderia, na verdade, a um processo de conscientização política que conduziria à libertação. Libertação do quê? De muita coisa, mas basicamente da tirania do capital.
Lá vou eu mexer com uma das divindades brasileiras - como se divindades humanas me constrangessem… Nem Paulo Freire ousou tanto na estupidez militante. Ele foi o criador de um método de alfabetização de adultos que se pretendia revolucionário. A partir do chamado “universo do educando”, de uma palavra que remetesse a um objeto ou realidade que fizesse parte do seu cotidiano, iniciava-se a alfabetização, que corresponderia, na verdade, a um processo de conscientização política que conduziria à libertação. Libertação do quê? De muita coisa, mas basicamente da tirania do capital.
Tratava-se um “bobajol” formidável, mas se diga uma coisa ao menos em defesa de Paulo Freire: sempre defendeu o uso da norma culta. Naqueles bons tempos, as esquerdas ao menos acreditavam na alfabetização do povo - para fazer revolução, claro!, mas acreditavam.
O neoesquerdismo do miolo mole, na sua fase de apologia do pobrismo, desistiu dessa bobagem. Esses vigaristas intelectuais estão certos de que o povo desenvolveu valores que lhe são próprios, que o distinguem da chamada “cultura da elite”. E deve ser respeitado por isso. A chegada do Apedeuta ao poder, com a sua compulsão de fazer a apologia da ignorância, parece dar razão prática a essa estupidez. Até parece que a complexa equação econômica em que se meteu o petismo, tendo de conservar os fundamentos do governo anterior, foi comandada por prosélitos do analfabetismo. Não foi! Ao contrário! Quem cuidou da operação foram pessoas com sólida formação intelectual.
Dona Heloísa, uma deslumbrada com o “povo”, não sabe quão reacionária está sendo; não tem idéia do autoritarismo que está na base de sua teoria. Não quero usar o exemplo pessoal. Mas sei de gente que se livrou da pobreza extrema apenas porque conseguia dominar determinados códigos de uma cultura que não seria própria àquela faixa de renda.
Pessoas que desrespeitam os pobres fazem de sua pobreza uma cultura alternativa. Gente decente reconhece o valor intrínseco de certas conquistas - como o domínio da norma culta da língua - e luta para que o acesso a esse código seja um direito de todos.
Ouvido, o MEC defendeu a adoção da obra como um dos livros de referência. Alguém aí se surpreendeu? Para encerrar: tentamos saber por que a nossa escola é tão ruim. A vertente esquerdopata-sindical vai acusar a falta de recursos e os baixos salários dos professores. Não ganham bem, mas, dada a realidade brasileira, também não ganham tão pouco. Não importa! Dêem um salário milionário à categoria, e não sairemos do pântano enquanto valores como o que orientam a estupidez acima forem influentes. Um dos fatores que conduziram o ensino brasileiro ao desastre que aí está foi a substituição do conteúdo pelo proselitismo, trabalho conduzido pelas esquerdas “sindicalentas” da educação.
Comento:
Paulo Freire não criou método algum, como disse "tio" Reinaldo. Ele descaradamente plagiou o método de Frank Laubach, missionário norte-americano.
Frases retiradas de entrevista do pedagogo demagogo tão preocupado com o oprimido, que não deixam qualquer dúvida sobre sua forma de pensar:
“Chegou um momento em que eu comecei a ser conhecido na cidade de Recife. Havia um dispositivo no estatuto da universidade pelo qual, antes mesmo de fazer a tese, ela reconhecia o “saber notório” no campo da Educação. [...] eu sou doutor em Pedagogia, de acordo com a lei brasileira, embora não tenha chegado ao doutoramento como outros homens da minha idade chegaram [...]”. “Eu tenho vinte doutoramentos Honoris Causa, dados por universidades como a de Barcelona, Madri, Bolonha, Massachussets etc”.
“Não é coincidência que eu tenha trazido para o campo da educação o conceito de conscientização. Já naquela época, a consciência tinha para mim um papel importante. Creio que exagerei um pouco sua influência da história enquanto prática pedagógica e resvalei de quando em vez para posições idealistas que eu retifiquei, creio que, definitivamente, na Pedagogia do Oprimido [...] É muito interessante, do ponto de vista pedagógico, ver como não é possível coerência absoluta. A vida seria chatérrima se você fosse coerente o dia todo”.
Freire julgou-se possuidor de uma virtude indispensável ao educador progressista e revolucionário, que é a tolerância, porém confessou : “É essa capacidade que eu tenho de, reconhecendo a diferença, conviver com ela, desde que o sonho do outro coincida com o meu e, portanto, não nos faça antagônicos”.
“(...) Se o PC trabalha numa área popular, por exemplo,e durante algum tempo é o único cuja palavra ressoa dentro da comunidade, ele não aceita diálogo com nenhuma outra força. Seis meses depois ele descobre que tem outra força que chegou a ser mais ou menos ouvida. Ele trabalha com a outra força. Mas,se a despeito do seu trabalho, ele percebe que a nova força começou a crescer e que tem voz também, ele aceita o diálogo, mas para acabar com a outra voz".
Diálogo de Paulo Freire com Giocondo Dias.
Diálogo de Paulo Freire com Giocondo Dias.
Sobre Laubach:
http://www.soylibreencristo.com/?p=425
http://www.metabase.net/docs/binah/03054.html
http://members.fortunecity.com/jonhays/dlaubach.htm
http://webcache.googleusercontent.com/search?q=cache:iOmOQPNEavEJ:plamac.blogspot.es/1290104091/+&cd=40&hl=pt-BR&ct=clnk&source=encrypted.google.com
http://www.metabase.net/docs/binah/03054.html
http://members.fortunecity.com/jonhays/dlaubach.htm
http://webcache.googleusercontent.com/search?q=cache:iOmOQPNEavEJ:plamac.blogspot.es/1290104091/+&cd=40&hl=pt-BR&ct=clnk&source=encrypted.google.com
Outras fontes:
http://www.escolasempartido.org/?id=38,1,topico,2,1,new_topic,http://marlon2008.blogspot.com/2007/10/freirianismo-ou-plagio.html
http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2008/07/425224.shtml
http://paraibarama.blogspot.com/2008/12/mtodo-paulo-freire-ou-mtodo-laubach.html
http://cavaleirodotemplo.blogspot.com/2009/03/freirianismo-ou-plagio-mais-sobre-o.html
http://afuriosa.blogspot.com/2007/06/desconstruindo-mais-um-mito.html
http://bunkerdacultura.blogspot.com/2011/01/frank-laubach-teorico-plagiado-por.html
http://blogs.estadao.com.br/marcos-guterman/paulo-freire-e-as-escolas-dos-eua/
http://comediaglobale.blogspot.com/2010/03/paulo-freire-ou-laubach.html
http://www.baguete.com.br/colunistas/colunas/31/janer-cristaldo/23/06/2010/quando-ensino-vira-mentira
“O aluno não vai para a escola para aprender ‘nós pega o peixe’”
Imortal da Academia Brasileira de Letras diz que língua familiar é aceita do ponto de vista linguístico, mas não deve ser ensinada
Thais Arbex, iG São Paulo | 13/05/2011 21:06A+A-
Para o gramático Evanildo Bechara, autor da Moderna Gramática Portuguesa, o aluno não vai para a escola “para viver na mesmice” e continuar falando a “língua familiar, a língua do contexto doméstico”.
“Sempre se vai para a escola para se ascender a posição melhor. A própria palavra educar, que é formada pelo prefixo latino edu, quer dizer conduzir. O papel da educação é justamente tirar a pessoa do ambiente estreito em que vive para alcançar uma situação melhor na sociedade”.
Em entrevista ao iG, Bechara, que ocupa a cadeira 33 da Academia Brasileira de Letras e é autoridade máxima no Brasil quando o assunto é novo acordo ortográfico, afirma que a proposta do livro didático de português que dedica um capítulo ao uso popular da língua Por uma vida melhor, da coleção Viver, Aprender, adotado pelo Ministério da Educação (MEC) para a Educação de Jovens e Adultos (EJA), está perfeita do ponto de vista do técnico. Mas do ponto de vista do professor de português, segundo ele, é como se dissesse: “eu vou ensinar o que é correto, mas se você quiser continuar usando o menos correto, você pode continuar”.
Segundo Bechara, neste caso, está se tirando do aluno o que ele considera o elemento fundamental na educação: o interesse para aprender mais. Mas, para o acadêmico, o sucesso da sala de aula não depende do livro adotado. Depende da técnica e do preparo do professor. .
“O bom professor é aquele que desperta no aluno o gosto pelo aprender”, diz gramático Evanildo Bechara
O livro didático de língua portuguesa Por uma vida melhor, da coleção Viver, Aprender, adotado pelo Ministério da Educação (MEC), dedica um capítulo ao uso popular da língua. Qual é a opinião do senhor?
Evanildo Bechara: Em primeiro lugar, o aluno não vai para a escola para aprender “nós pega o peixe”. Isso ele já diz de casa, já é aquilo que nós chamamos de língua familiar, a língua do contexto doméstico. O grande problema é uma confusão que se faz, e que o livro também faz, entre a tarefa de um cientista, de um linguista e a tarefa de um professor de português. Um linguista estuda com o mesmo interesse e cuidado todas as manifestações linguísticas de todas as variantes de uma língua. A tarefa do linguista é examinar a língua sem se preocupar com o tipo de variedade, se é variedade regional, se variedade familiar, se é variedade culta. Ele estuda a língua como a língua se apresenta. Já o professor de português, não. O professor de português tem outra tarefa. Se o aluno vem para a escola, é porque ele pretende uma ascensão social. Se ele pretende essa ascensão social, ele precisa levar nessa ascensão um novo tipo de variante. Não é uma variante que seja melhor, nem pior. Mas é a variante que lhe vai ser exigida neste momento de ascensão social.
Evanildo Bechara: Em primeiro lugar, o aluno não vai para a escola para aprender “nós pega o peixe”. Isso ele já diz de casa, já é aquilo que nós chamamos de língua familiar, a língua do contexto doméstico. O grande problema é uma confusão que se faz, e que o livro também faz, entre a tarefa de um cientista, de um linguista e a tarefa de um professor de português. Um linguista estuda com o mesmo interesse e cuidado todas as manifestações linguísticas de todas as variantes de uma língua. A tarefa do linguista é examinar a língua sem se preocupar com o tipo de variedade, se é variedade regional, se variedade familiar, se é variedade culta. Ele estuda a língua como a língua se apresenta. Já o professor de português, não. O professor de português tem outra tarefa. Se o aluno vem para a escola, é porque ele pretende uma ascensão social. Se ele pretende essa ascensão social, ele precisa levar nessa ascensão um novo tipo de variante. Não é uma variante que seja melhor, nem pior. Mas é a variante que lhe vai ser exigida neste momento de ascensão social.
iG: Para o MEC, o papel da escola não é só ensinar a forma culta da língua, mas também o de combate ao preconceito contra os alunos que falam “errado”. Como o senhor avalia essa orientação?
Evanildo Bechara: Ninguém vai para a escola para viver na mesmice. Eu chamaria de mesmice idiomática. O aluno vai para a escola, mas acaba saindo dela com a mesma língua com a qual entrou. Portanto, perdeu seu tempo. Na verdade, sempre se vai para a escola para se ascender numa posição melhor. A própria palavra educar, que é formada pelo prefixo latino edu, quer dizer conduzir. Então, o papel da educação é justamente tirar a pessoa do ambiente estreito em que vive para alcançar uma situação melhor na sociedade. Essa ascensão social não vai exigir só um novo padrão de língua, vai exigir também um novo padrão de comportamento social. Essa mudança não é só na língua. Portanto, não é um problema de preconceito. E, para esses livros, parece que o preconceito é uma atitude de mão única. Mas o preconceito não é só da classe culta para a classe inculta, mas também da classe inculta para a classe culta.
Evanildo Bechara: Ninguém vai para a escola para viver na mesmice. Eu chamaria de mesmice idiomática. O aluno vai para a escola, mas acaba saindo dela com a mesma língua com a qual entrou. Portanto, perdeu seu tempo. Na verdade, sempre se vai para a escola para se ascender numa posição melhor. A própria palavra educar, que é formada pelo prefixo latino edu, quer dizer conduzir. Então, o papel da educação é justamente tirar a pessoa do ambiente estreito em que vive para alcançar uma situação melhor na sociedade. Essa ascensão social não vai exigir só um novo padrão de língua, vai exigir também um novo padrão de comportamento social. Essa mudança não é só na língua. Portanto, não é um problema de preconceito. E, para esses livros, parece que o preconceito é uma atitude de mão única. Mas o preconceito não é só da classe culta para a classe inculta, mas também da classe inculta para a classe culta.
iG: Segundo a autora do livro, Heloísa Ramos, a proposta da obra é que se aceite dentro da sala de aula todo tipo de linguagem, ao invés de reprimir aqueles que usam a linguagem popular...
Evanildo Bechara: Acho que do ponto de vista do técnico em língua, está perfeito. Mas do ponto de vista do professor de português, é como se você dissesse “eu vou ensinar o que é correto, mas se você quiser continuar usando o menos correto, você pode continuar”. Então, qual estímulo você dá a esse aluno para ele ascender socialmente? Você está tirando dele o elemento fundamental que funciona na educação: que é o interesse para aprender mais.
Evanildo Bechara: Acho que do ponto de vista do técnico em língua, está perfeito. Mas do ponto de vista do professor de português, é como se você dissesse “eu vou ensinar o que é correto, mas se você quiser continuar usando o menos correto, você pode continuar”. Então, qual estímulo você dá a esse aluno para ele ascender socialmente? Você está tirando dele o elemento fundamental que funciona na educação: que é o interesse para aprender mais.
iG: Ao defender o uso do livro didático com linguagem popular, o senhor acredita que seria função do MEC preparar o professor para usar esse material?
Evanildo Bechara: Eu acho que não é função do MEC preparar o professor. A função do MEC é dar as condições necessárias para o bom desempenho do professor. E o bom desempenho do professor começa com um bom salário. A função do Ministério não é uma função pedagógica. A função pedagógica é das instituições universitárias, das faculdades de pedagogia, das faculdades de letras. O que o Ministério faz, com muita justiça, é distribuir livros. Mas ele não tem que tomar conta do preparo do professor. O professor tem que ser preparado pelas instituições adequadas. O ministério faz bem em comprar bons livros e distribuí-los para as escolas. Isso é uma coisa perfeitamente digna de elogio. Mas modelar o professor e, por exemplo, comprar livros que falem muito bem de um governante e muito mal de outro governante, num enfoque político dirigido, isso já não é tarefa do Ministério da Educação.
Evanildo Bechara: Eu acho que não é função do MEC preparar o professor. A função do MEC é dar as condições necessárias para o bom desempenho do professor. E o bom desempenho do professor começa com um bom salário. A função do Ministério não é uma função pedagógica. A função pedagógica é das instituições universitárias, das faculdades de pedagogia, das faculdades de letras. O que o Ministério faz, com muita justiça, é distribuir livros. Mas ele não tem que tomar conta do preparo do professor. O professor tem que ser preparado pelas instituições adequadas. O ministério faz bem em comprar bons livros e distribuí-los para as escolas. Isso é uma coisa perfeitamente digna de elogio. Mas modelar o professor e, por exemplo, comprar livros que falem muito bem de um governante e muito mal de outro governante, num enfoque político dirigido, isso já não é tarefa do Ministério da Educação.
iG: O senhor vê algum problema na utilização desse livro em sala de aula?
Evanildo Bechara: Eu não vejo problema pelo seguinte: porque o sucesso da sala de aula não depende do livro adotado. Depende da técnica e do preparo do professor. Um bom professor pode trabalhar muito bem com um mau livro, assim como um professor sem preparo não consegue tirar tudo de bom do aluno com um bom livro. Porque ele está mal preparado e não sabe aproveitar o livro. O sucesso da sala de aula não depende do livro adotado. Mesmo porque o bom professor não é aquele que ensina. O bom professor é aquele que desperta no aluno o gosto pelo aprender. A sala de aula, o período de escola do aluno, é um período muito pequeno para o universo de informações que ele deve ter para ter sucesso na vida. Pelo menos teoricamente. No meu tempo de aluno, nós tínhamos apenas dois livros: durante quatro, cinco anos, tínhamos a mesma antologia e a mesma gramática. Mas, embora os professores não tivessem tirado o proveito das universidades, eles levavam para a escola uma cultura geral muito boa. E era essa cultura geral do professor de matemática, de física, de química, de português, era o grande atrativo para o aluno. Mas o professor que se limita ao programa estabelecido pelo livro didático, é um professor que é conduzido, é um professor que não tem conhecimento suficiente para sair dos trilhos oferecidos pelo livro didático.
http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/o+aluno+nao+vai+para+a+escola+para+aprender+nos+pega+o+peixe/n1596951472448.html
Evanildo Bechara: Eu não vejo problema pelo seguinte: porque o sucesso da sala de aula não depende do livro adotado. Depende da técnica e do preparo do professor. Um bom professor pode trabalhar muito bem com um mau livro, assim como um professor sem preparo não consegue tirar tudo de bom do aluno com um bom livro. Porque ele está mal preparado e não sabe aproveitar o livro. O sucesso da sala de aula não depende do livro adotado. Mesmo porque o bom professor não é aquele que ensina. O bom professor é aquele que desperta no aluno o gosto pelo aprender. A sala de aula, o período de escola do aluno, é um período muito pequeno para o universo de informações que ele deve ter para ter sucesso na vida. Pelo menos teoricamente. No meu tempo de aluno, nós tínhamos apenas dois livros: durante quatro, cinco anos, tínhamos a mesma antologia e a mesma gramática. Mas, embora os professores não tivessem tirado o proveito das universidades, eles levavam para a escola uma cultura geral muito boa. E era essa cultura geral do professor de matemática, de física, de química, de português, era o grande atrativo para o aluno. Mas o professor que se limita ao programa estabelecido pelo livro didático, é um professor que é conduzido, é um professor que não tem conhecimento suficiente para sair dos trilhos oferecidos pelo livro didático.
http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/o+aluno+nao+vai+para+a+escola+para+aprender+nos+pega+o+peixe/n1596951472448.html
Comentários de O.C.sobre a carta da viúva de Paulo Freire à revista Veja:
http://www.youtube.com/watch?v=M4HZAn5FUT4&feature=relatedMinha resposta à Marianne:
http://ateusdobrasil.com.br/forum/topic/os-livro-ilustrado-mais-interessante-estao-emprestado-ou-inutil-a-gente-somos-inutil
http://ateusdobrasil.com.br/forum/topic/os-livro-ilustrado-mais-interessante-estao-emprestado-ou-inutil-a-gente-somos-inutil
Gostando ou não, aprovando ou não, sua ex-professora demonstra total falta de discernimento e coerência. Se formos à escola para permanecermos analfabetos funcionais, ou semi-analfabetos, incultos, não há qualquer razão para sequer ela existir. O objetivo é aprendermos, desenvolver-nos, evoluirmos, transformar-nos. Para ficarmos estagnados, não necessitamos sair do estágio troglodita.
Uma coisa é escrevermos de acordo com a fala de um personagem sem a mínima instrução, criado, por exemplo, em uma família que não teve oportunidade de ir à escola, ou de uma região diferente da que vivemos. E isso não significa necessariamente falar errado. Outra, bem diferente, é aceitarmos que as pessoas falem e escrevam como bem entendem, sem o mínimo respeito às normas linguísticas. Ao admitirmos tal pseudo dinamismo do idioma, contribuímos para a perpetuação da mediocridade tão patente e abundante hoje em dia.
Surdos e mudos têm seus códigos e, mui provavelmente, os respeitam para melhor se comunicar.
http://www.fernandodannemann.recantodasletras.com.br/visualizar.php?idt=283376Mergulhadores idem. "Ok" é "Ok" e não sinal de obscenidade. O que para nós é sinal positivo (mão fechada com o polegar para cima),para eles é sinal de volta à superfície e assim sucessivamente.
http://www.brasilmergulho.com.br/port/artigos/2005/009.shtmlO mesmo ocorre com sinalizadores e suas bandeirinhas ("flanelinhas") de avião.
http://www.pilotopolicial.com.br/?p=4177Hoje, a mídia está forçando a barra, publicando textos com a expressão "no entorno". PQP! Será difícil para essas sumidades do jornalismo escreverem "em torno de","ao redor de",ou "em volta de" ? "A nível de" jornalismo elas estão precisando retornar aos bancos escolares primários.
Daqui a pouco, a expressão "no entretanto" também será considerada tão correta quanto o linguajar de Sua Senhoricência, Odorico Paraguaçu, de Sucupira.
http://proverbioefrase.blogspot.com/2009/03/frases-de-odorico-paraguacu.htmlNa verdade, tais professores são uns boçais diplomados, mas que se acham "agentes de transformação". Escrevem tão mal quanto o Supremo Apedeuta tenta articular sons que, levemente, lembram palavras. Dilma, por exemplo, é sua aplicada discípula e está longe de se livrar de seu mestre e guru do goró. As transcrições do que diz e vídeos encontrados no Youtube estão aí para não me deixar mentir.
E mil vivas à "revolução cultural" petista!
http://oglobo.globo.com/educacao/mat/2011/05/14/mec-distribui-livro-que-aceita-erros-de-portugues-924464625.asphttp://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110516/not_imp719641,0.php
http://www.3gbconsulting.blogspot.com/
http://g1.globo.com/platb/portugues/2010/11/01/a-presidente-ou-presidenta/
http://cristaldo.blogspot.com/2011/05/mec-quer-erigir-lula-ao-status-de.html
http://cristaldo.blogspot.com/2011/05/sobre-teses-e-papel-higienico-do.html
http://oglobo.globo.com/educacao/mat/2011/05/15/mec-lava-as-maos-no-caso-dos-livros-com-erros-924468819.asp
http://oglobo.globo.com/educacao/mat/2011/05/16/procuradora-da-republica-preve-acoes-contra-uso-de-livro-com-erros-pelo-mec-autora-se-defende-924478530.asp
http://www.baguete.com.br/colunistas/colunas/31/janer-cristaldo/18/05/2011/mec-quer-fazer-de-lula-um-camoes#comment-14965
Caso do livro com erro de português vai parar na Justiça Federal
http://www.jb.com.br/rio/noticias/2011/05/26/caso-do-livro-com-erro-de-portugues-vai-parar-na-justica-federal/
Recebi este texto por e-mail:
Livros pra inguinorantes, por Carlos Eduardo NovaesJornal do Brasil
Carlos Eduardo Novaes
Carlos Eduardo Novaes
Confeço qui to morrendo de enveja da fessora Heloisa Ramos que escrevinhou um livro cheio de erros de Português e vendeu 485 mil ezemplares para o Minestério da Educassão. Eu dou um duro danado para não tropesssar na Gramática e nunca tive nenhum dos meus 42 livros comprados pelo Pograma Naçional do Livro Didáctico. Vai ver que é por isso: escrevo para quem sabe Portugues!
A fessora se ex-plica dizendo que previlegiou a linguagem horal sobre a escrevida. Só qui no meu modexto entender a linguajem horal é para sair pela boca e não para ser botada no papel. A palavra impreça deve obedecer o que manda a Gramática. Ou então a nossa língua vai virar um vale-tudo sem normas nem regras e agente nem precisamos ir a escola para aprender Português.
A fessora dice também que escreveu desse jeito para subestituir a nossão de “certo e errado” pela de “adequado e inadequado”. Vai ver que quis livrar a cara do Lula que agora vive dando palestas e fala muita coisa inadequada. Só que a Gramatica eziste para encinar agente como falar e escrever corretamente no idioma portugues. A Gramática é uma espéce de Constituissão do edioma pátrio e para ela não existe essa coisa de adequado e inadequado. Ou você segue direitinho a Constituição ou você está fora da lei - como se diz? - magna .
Diante do pobrema um acessor do Minestério declarou que “o ministro Fernando Adade não faz análise dos livros didáticos”. E quem pediu a ele pra fazer? Ele é um homem muito ocupado, mas deve ter alguém que fassa por ele e esse alguém com certesa só conhece a linguajem horal. O asceçor afirmou ainda que o Minestério não é dono da Verdade e o ministro seria um tirano se disseçe o que está certo e o que está errado. Que arjumento absurdo! Ele não tem que dizer nada. Tem é que ficar caladinho por causa que quem dis o que está certo é a Gramática. Até segunda ordem a Gramática é que é a dona da verdade e o Minestério que é da Educassão deve ser o primeiro a respeitar.
A fessora dice também que escreveu desse jeito para subestituir a nossão de “certo e errado” pela de “adequado e inadequado”. Vai ver que quis livrar a cara do Lula que agora vive dando palestas e fala muita coisa inadequada. Só que a Gramatica eziste para encinar agente como falar e escrever corretamente no idioma portugues. A Gramática é uma espéce de Constituissão do edioma pátrio e para ela não existe essa coisa de adequado e inadequado. Ou você segue direitinho a Constituição ou você está fora da lei - como se diz? - magna .
Diante do pobrema um acessor do Minestério declarou que “o ministro Fernando Adade não faz análise dos livros didáticos”. E quem pediu a ele pra fazer? Ele é um homem muito ocupado, mas deve ter alguém que fassa por ele e esse alguém com certesa só conhece a linguajem horal. O asceçor afirmou ainda que o Minestério não é dono da Verdade e o ministro seria um tirano se disseçe o que está certo e o que está errado. Que arjumento absurdo! Ele não tem que dizer nada. Tem é que ficar caladinho por causa que quem dis o que está certo é a Gramática. Até segunda ordem a Gramática é que é a dona da verdade e o Minestério que é da Educassão deve ser o primeiro a respeitar.
- Estamos passando por uma séria crise de princípios e moral. Tudo se tornou relativo, o errado vira certo, o certo vira antiquado e inadequado. Tudo pode ser modificado o ilegal passa a ser legal facilmente, é só comprar uns votinhos aqui uma aliança ali, ou ainda ameaçar “vou entregar para a mídia aquela fita gravada em você aparece...” e pronto tudo resolvido e aprovado.
Sem bons exemplos de caráter em evidencia na nossa nação somos obrigados a engolir ladrões, medíocres, corruptos e outros com características até mesmo piores desfilarem por todo meio de comunicação posando de bacana e pasmem chegam a ser considerados ídolos.
Soltamos bandidos nas ruas a toda hora para continuar matando, roubando, corrompendo e tudo isso sob a luz da justiça. Eles nem precisam se dar ao luxo de planejar grandes fugas, não precisa se dar a esse trabalhão, é só esperar. Engraçado encontram-se argumentos nos livros da lei para tirar bandidos da cadeia com extrema simplicidade. Mas, no mesmo livro, não se encontram leis para manter os meliantes na cadeia com a mesma facilidade, ou tem?
http://oglobo.globo.com/educacao/mat/2011/06/03/mec-abre-sindicancia-para-apurar-falha-em-livro-com-erros-grosseiros-de-matematica-924611769.asp
http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,mec-gasta-r-14-milhoes-para-imprimir-7-milhoes-de-livros-e-ensinar-que-10-menos-7-sao-4,727752,0.htm
http://oglobo.globo.com/educacao/mat/2011/06/03/mec-abre-sindicancia-para-apurar-falha-em-livro-com-erros-grosseiros-de-matematica-924611769.asp
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